04 abril 2008

Como transformar Portugal numa grande potência mundial, em 12 passos


1º Passo: Trocamos a Madeira pela Galiza, com a condição dos

espanhóis levarem o Alberto João.



Os espanhóis vão na onda (a Galiza só lhes dá chatices) e aceitam.

Nós ficamos com os galegos (que nos adoram) e com o dinheiro gerado
pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário.

A indústria têxtil portuguesa é revitalizada, enquanto a Espanha fica encurralada entre
os Bascos e o Alberto João.


2º Passo: Desesperados, depois de verem que fizeram um mau negócio,
os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João).



A malta, obviamente, não aceita.

Em verdadeira aflição os espanhóis oferecem também o País Basco.

Mas a malta mantém-se firme e não aceita.



3º Passo: A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência.


Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos a Madeira, o

País Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o
Alberto João e os Etarras.



A malta arma-se em difícil, regateia mas acaba por aceitar.



4º Passo: Damos a independência ao País Basco, com a contrapartida
deles ficarem com o Alberto João.

A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o

Alberto João a Madeira torna-se um paraíso. A Catalunha não causa
problemas (no fundo, no fundo, são mansos).



5º Passo: Afinal a ETA não aguenta com o Alberto João, que entretanto
semeia o terror e assume o poder.


O País Basco pede insistentemente para se tornar território português.

A malta, fingindo grande sacrifício, aceita (apesar de estar lá o

Alberto João).




6º Passo: Proibimos o Carnaval no País Basco, o que leva o Alberto

João a emigrar para o Brasil.


7º Passo: Pouco tempo depois da chegada do Alberto João, o Governo
brasileiro pede para voltar a ser território português.

A malta aceita e manda o Alberto João retornar à Madeira.



8º Passo: Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar
do Alberto João), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!


9º Passo: Alberto João enfraquecido pelos festejos do Carnaval na

Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido
por todos.


10º Passo: Os espanhóis, desmoralizados, e económica e
territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando

mandamos os poucos que restam para as Canárias.


11º Passo: Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira
portuguesa.



12º Passo: A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a

Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de
uma costa à outra e de norte a sul.

Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos,
que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os



dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que
os leva à asfixia.

Os americanos tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas a malta
ameaça enviar-lhes o Alberto João (que eles não sabem que já morreu).



Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos
na primeira potência mundial...

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28 setembro 2007

Bush aprende a ler.



O DN falou do tema sob o título 'Bush recorre à fonética para dizer "sar-KO-zee"'

O USA Today foi mais detalhado:

White House upset over copy of Bush speech posted to U.N. website

Apparently, a marked-up draft of the president's speech popped up on the U.N.'s website as President Bush delivered his remarks this morning before the General Assembly, USA TODAY's David Jackson reports. The draft included phonetic spellings of some names and countries, and the cellphone numbers for Bush speechwriters.



Press secretary Dana Perino downplayed the incident, and said phonetic spellings are used to help interpreters. Asked if the president has trouble pronouncing some country's names, Perino deemed it "an offensive question."

"There was an error made," Perino said, noting it was not a final draft.

"It was taken down and there's nothing more to say about it."

[...]

Blake Hounshell at Foreign Policy says he has a copy of the speech that got the White House so worked up this morning. Here are some of the phonetic guides it included, according to the magazine's blog:

• Kyrgyzstan [KEYR-geez-stan]
• Mauritania [moor-EH-tain-ee-a]
• Harare [hah-RAR-ray]
• Mugabe [moo-GAH-bee]
• Sarkozy [sar-KO-zee]
• Caracas [kah-RAH-kus]

Update at 2:33 p.m. ET: Here's an excerpt from the press secretary's exchange with reporters about the speech snafu. It was released by the White House.

[...]

REPORTER: And they were phonetic spellings of various countries -- as well, we understand.

PERINO: That's not unusual. We do that for many speeches.

REPORTER: Does the president have a hard time pronouncing some of these countries's [sic] name?

PERINO: I think that's a offensive question. I'm going to just decline to comment on it.


Ficamos a pensar como seria a leitura, por Sarkozy, e não por Bush, de um discurso com 'ajuda fonética', nas seguintes circunstâncias:

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27 agosto 2007

Finalmente: o Pres. dos EUA compara o Iraque ao Vietnam



e Guantanamo, compara-se com quê?

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