18 abril 2008

Pérolas sobre a Síria


No blog dos Amigos do Museu Nacional do Azulejo lê-se o seguinte:

'"sabia que" a SÍRIA:

- é um país de extraordinária variedade geográfica - desde deserto, montanhas a férteis planícies, habitado por um povo caloroso e onde, apesar da instabilidade da região em que se insere, o turista não corre o menor risco de ser roubado ou incomodado?

[...]

- que - sinal duma certa liberalização económica - , não é difícil trocar euros nalguns bancos privados, mas que também convém guardar alguns, úteis para negociar em souk's onde esta moeda é muito apreciada?

[...]
- que, polícia de toda a espécie, secreta ou não, é omnipresente, mas que são só os próprios sírios que a temem, e que aos turistas lhes basta mostrar sem hesitação os seus papéis quando assim for solicitado?

- que os assuntos de conversa com a população local a evitar - pela possibilidade de o interlocutor ser um agente a paisana - são a democracia, a liberdade de imprensa, Israel e as relações sírio-libanesas e que fora disso todos são possíveis?'


Delicioso.

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11 agosto 2007

Uma grande risota.

12 junho 2006

Turismo descontrolado


A notar:

O artigo 'Travel vandals: the Grand Tour has gone sour Cultural travel, once the privilege of the elite few, is now the right of the masses—but sites cannot cope with the crowds'.

Mais uma vez coloca-se a questão da irreversibilidade: dessa coisa trágica que é, para gozar uma coisa, ter de destruí-la.

No turismo [não distinguimos o cultural do desportivo, porque parece ser uma distinção algo idiota]de massas há riscos enormes em termos de preservação de peças e locais.

Como é evidente, há que limitá-lo; sob pena de perder peças e locais que, mais tarde, não estarão disponíveis a ninguém.

Ou queremos alinhar nos extremismos de 'ou é para todos ou destrói-se!' ????.

Não... quem o defender ou é parvo ou é criminoso.


Robert WOOD [1753] Ruins of Palmyra

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