08 abril 2008




Lorenzetti deixou de ir a alguns locais em Lisboa e na linha; os que o 'traíram' e proibiram o fumo em absoluto. Felizmente foram poucos dos poucos que já eram.

Ficam algumas sugestões de locais simpáticos que não expulsaram quem gosta de tabaco e não se deixa levar por políticas discriminatórias do recreio que é a política nacional.

Snob

Cimas

A Gôndola

La Moneda

Lisboa à Noite

Procópio

Ritz

Pabe

Bica do Sapato

Casa do Largo

Hotel Palácio, Estoril

Fortaleza do Guincho

Pavilhão Chinez


Alguns faltarão [ainda não faço ideia se proibiram no XL, entre outros...] e mesmo estes convém confirmar depois e passadas umas semanas ou meses deste post. A 'mob' anti tabaco avança, não sabendo distinguir o vício do cigarro do prazer do charuto, e desconhecendo o conceito de fumoir. Saloios pseudomodernos.

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28 setembro 2007

Gin...


... no LorenzettiCome.

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03 fevereiro 2006

Lx after dawn


Por aqui adoramos certos insólitos e dar elogios inesperados.

Como à Máxima [!].

Pelos spots escolhidos [ainda que alguns não sejam assim TÃO recentes], que podem ver AQUI.

O LEFT, o LOFT, o BEDROOM e o MAO.

O MAO não conhecemos.

O LEFT está 'muy bien' e tem a vantagem de ter refeições leves. Fica bem perto do EL esse velho amigo. Consegue-se conversar, tem oldies e breakbeat e bebidas razoáveis. Respira-se bem...

O LOFT vale pelas noites de sábado: LOVE GENERATION. É a música da Kapital dos good old days, a mesma turma e ajuda a esquecer o fraquíssimo PEOPLE [pelo menos o conceito, porque o resto não mudou muito] e a recordar o saudoso INDÚSTRIA.

Falando nisso, os ex-INDÚSTRIA abriram o BEDROOM, na Rua do Norte, no Bairro Alto. Está-se bem, ainda que algo entupido. a música pode melhorar, o espaço está giro, ainda que não muito grande e sem muitas beds. Porém, no meio da porcaria generalizada [e o termo é usado mesmo com a conotação escatológica...] do Bairro Alto, não está mesmo nada mal. E tem a JU, essa sensação ex-Sushi Lounge e [felizmente] EX-Art. Admito que o 'je ne sais quoi' de JU, essa barmaid que fecha as contas, seja um plus.

Boas noites.


imagem: LEFT

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10 setembro 2004

...parece que não,

pelo menos esta quinta-feira: o piso zero nem abriu... O terraço também não, para [não] variar. E o do 'bar do meio' esteve vazio até às tantas, para depois se encher, especialmente com grupos de miúdos que se divertem sempre, porque a noite ainda é novidade. Mesmo que vazia. Sortudos.

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04 julho 2004

VILDSVIN, aquele bar

VILDSVIN é um bar em Barcelona. Como se percebeu, não tem website.

Descobri-o, de resto, ao calhas.

Fica na Ciutat Vella, uma espécie de bairro alto no seu pior (porque há-o no seu melhor), se bem que tenha, porém, pérolas escondidas.

O VILDSVIN é uma delas e a pureza do branco e as contrastantes velas em cubos encarnados a criar uma meia luz num bar algo 'clínico', fazem com que este se destaque como uma nave espacial imaculada numa zona de desastre, onde pululam bêbados, sem abrigo, um ou outro cão de mau aspecto, e lixo, muito lixo.

Ir ao VILDSVIN é como que encontrar um abrigo no meio do caos.

É o local ideal para uma noite [ou para uma parte de noite] calma, com um jazz leve, bebidas razoáveis [tb destacavam cervejas belgas, mas não bebo c.] e anonimato. Permitiu uma das melhores conversas da minha vida.

Foi o que sucedeu no meu caso, depois de uma Rita residente me passear pela Ciutat e eu já estar farto de confusão.

Pudera, tinha acabado de chegar de Madrid, onde fizémos uma maratona digna de um piropo 'you've passed the test of knowing Madrid la nuit', por uma local...no MOMA, mas
isso fica para outra ocasião. O VILDSVIN será um appetizer.

Até lá:

VILDSVIN
Calle Ferrán, 38
Ciutat Vella, Barcelona
[metro:Liceu]

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