03 março 2008




'O reinado de D.João V (1707 a 1750) convertêra-se n'um perpetuo festim, e com procissões, Te Deum, missas cantadas, touros, cavalhadas, oiteiros, macissas academias de historia, e bucolicas arcadias, pretendêra-se arremedar as pompas e magnificencias do seculo de Luiz XIV, para o que nada faltava senão os Turennes e Condés que ganhavam batalhas, os Bossuets que faziam orações funebres, e os Molières e Corneilles que engrandeciam a scena franceza com as suas obras immortaes. as minas de oiro descobertas no Brazil nos finais do reinado de D.Pedro II é que davam a explicação do milagre'.



António LOPES DE MENDONÇA [1859] Noticia Historica do Duque de Palmella, Lisboa: Imprensa Nacional

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22 outubro 2007

La Dolce Vita


Não me refiro ao filme, mas à vida de filme, à boa vida, que tivemos [ou alguns, dirão... alguns] no reinado de D. João V.

E falamos dele hoje porque faria anos: 22.10.1689.

Dom João V [22.10.1689—31.7.1750], João Francisco António José Bento Bernardo de Bragança, Rei de Portugal e dos Algarves daquém e dalém-mar em África e antes disso
Príncipe do Brasil, Duque de Bragança, Conde de Ourém.

PS - e não, não iremos especular sobre o Convento de Odivelas e 'Madre Paula' [Paula Teresa da Silva e Almeida], que teria sido amante de D. Francisco de Portugal e Castro [Conde de Vimioso e Marquês de Valenças] e que D.João V terá 'adoptado', 'compensando' Portugal e Castro com outras duas...

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